Morre ciclista esfaqueado na Lagoa Rodrigo de Freitas | Cidade do Rio

Cidade do Rio - De braços abertos como o Rio de Janeiro

Morre ciclista esfaqueado na Lagoa Rodrigo de Freitas

Publicado por cidadedorio em 20/05/15 | Rio

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A vida está banalizada. A população ficou refém de maiores e menores que usam as chamadas armas brancas, as facas. Esses criminosos cometem crimes nas ruas do Rio de Janeiro a vontade.

Antes esse crimes aconteciam em meio as árvores do Aterro do Flamengo. A população tentou reagir. Teve até  a polêmica de direitos humanos dos bandidos. Sem uma providência enérgica das autoridades de segurança, os crimes de rua com facas aumentam a cada dia no Rio de Janeiro. O quartel general dos bandidos se concentra nos jardins do Aterro do Flamengo como mostram as reportagens de grandes jornais. Mas se espalham por outras áreas.

Semana passada foi um turista do Vietnã a vítima desses criminosos armados com facas. O turista foi esfaqueado bem ao lado de um dos prédios históricos mais importantes da cidade, o Paço, que fica na Praça XV.

Os assaltos no Centro do Rio e na Avenida Presidente Vargas foram inclusive mostrados pelas câmeras do Fantástico. No outro dia após a cobrança da imprensa a Secretaria de Segurança colocou várias viaturas nas ruas do Centro Mas perguntamos. Do que adianta por carro de polícia nas ruas sem estratégia de fato para coibir os assaltos e esfaqueamentos? Os bandidos estão cada vez mais corajosos e um carro da polícia não intimida nenhum deles.

Ná Lagoa, uma dos cartões postais da cidade, os esfaqueamentos são quase rotina nos últimos meses. Na Floresta da Tijuca quem pratica esportes radicais, principalmente mountbike, corrida de trilha,  ou simplesmente vai fazer uma trilha com a família e amigos também vive um clima de insegurança por conta dos assaltos.

Ontem (19/05) , lamentavelmente, uma vida se foi após um esfaqueamento na Lagoa. Um médico que praticava ciclismo foi esfaqueado ontem as 18h30 próximo a Curva do Calombo. Ele foi socorrido, mas infelizmente faleceu hoje pela manhã (20/05).

Duas horas depois do crime percorremos a Lagoa e só havia um carro de polícia em frente ao local do crime. Mas no restante do trajeto, nem sinal de polícia.

Quantos mais precisarão morrer, serem esfaqueados no Centro, Aterro, Lagoa, Zona Norte e outras partes da cidade?

A sociedade tem que largar seus whatsapp, smartphones, e facebooks e cobrar realmente das autoridades que cuidam da segurança do Rio de Janeiro. Só partindo para o mundo real, que as coisas vão se resolver.